segunda-feira, 25 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
RETIRO DE PASTORES.
Estivemos neste final de semana, em retiro como os pastores e as outras lideranças da nossa denominação. Foi um tempo de muita conversa, pensar em assuntos do alto, além de um bom local para recreação.
Estar junto com pessoas que dividem a mesma fé é muito bom. Ouvir sobre os diversos trabalhos realizados, as grandes motivações do ministério, que nada mais é do ver a Palavra de Deus sendo pregada e vidas sendo transformadas, além dos grandes problemas e lutas que só quem já dirigiu uma igreja sabe.
Ter amor pela obra de Deus, é para poucos, porque amar é algo que vem de Deus, não do homem
A amar a si próprio é fácil, amar a família um pouco mais difícil, amar amigos é para poucos, mas amar desconhecidos e até inimigos somente se o amor de Deus estiver em nós.
Amar a Deus é amar este desconhecido, este perseguidor, caluniador, que em tempos difíceis de sua vida se aproxima de nós para procurar refúgio, ou ainda, cruzam nosso caminho como na história do Bom Samaritano. Isto é a obra de Deus, isto é ser um Ministro de Deus.
Puxa vida, acho que vou escrever mais a respeito disso outro dia.
Só quero deixar aqui um abraço e uma palavra de ânimo a todos os pastores, de nossa denominação ou de qualquer outra, ou qualquer outra pessoa, com ou sem cargo eclesiástico, que de coração ame a Deus, que é o mesmo que dizer que ama a todos.
Todos nós devemos sempre estar ...firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. I Coríntios 15:58
Estar junto com pessoas que dividem a mesma fé é muito bom. Ouvir sobre os diversos trabalhos realizados, as grandes motivações do ministério, que nada mais é do ver a Palavra de Deus sendo pregada e vidas sendo transformadas, além dos grandes problemas e lutas que só quem já dirigiu uma igreja sabe.
Ter amor pela obra de Deus, é para poucos, porque amar é algo que vem de Deus, não do homem
A amar a si próprio é fácil, amar a família um pouco mais difícil, amar amigos é para poucos, mas amar desconhecidos e até inimigos somente se o amor de Deus estiver em nós.
Amar a Deus é amar este desconhecido, este perseguidor, caluniador, que em tempos difíceis de sua vida se aproxima de nós para procurar refúgio, ou ainda, cruzam nosso caminho como na história do Bom Samaritano. Isto é a obra de Deus, isto é ser um Ministro de Deus.
Puxa vida, acho que vou escrever mais a respeito disso outro dia.
Só quero deixar aqui um abraço e uma palavra de ânimo a todos os pastores, de nossa denominação ou de qualquer outra, ou qualquer outra pessoa, com ou sem cargo eclesiástico, que de coração ame a Deus, que é o mesmo que dizer que ama a todos.
Todos nós devemos sempre estar ...firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. I Coríntios 15:58
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Como Céu e inferno.
Estive estes dias de Setembro falando a respeito de anjos e demónios. Ensinando lá em nossa igreja do Imirim. Muitas pessoas estavam por lá com paciência para me ouvir. Tentei ensinar alguma coisa porque tanta gente se diz expert nesta área, mas ainda prefiro não saber mais do que a Biblia ensina.
Gosto de ser brasileiro, porque é um povo único na terra, em muitos aspectos, principalmente no que diz sobre a miscigenação, a mistura das raças. Pode existir, e há, muita discriminação no Brasil. Mas talvez em nenhum país do mundo as raças se misturaram tanto como aqui. Isso é bom, como eu já escrevi, somos a mesma família.
Não estou fugindo do tema. É que muitas vezes queremos, nós brasileiros, misturar aquilo que não se mistura. Como óleo e água.
Muita gente tem misturado as Doutrinas Bíblicas com outras. É verdade, eu sei, nenhuma religião é pura, tudo bem... sempre tem um pouco de outras, eu concordo... inclusive o cristianismo tem a sua dose de sincretismo... não vamos discutir por isso...
Mas há coisas que não se fundem, não convivem, não se misturam nem se bater no liquidificador.
Dentre elas, por exemplo a questão entre os anjos e demónios. Esta batalha mística desperta no homem a necessidade de ter certas respostas para que se aquietem seu coração e sua mente.
Mas nem sempre estas respostas estão na Bíblia. Nesse terreno obscuro onde não a certeza bíblica não é plena, no meio chamado evangélico ou gospel aparece de tudo ... a imaginação vai longe, vai até terreiros de candomblé, a centros espíritas, por exemplo, buscar respostas nos orixás. Como por exemplo para achar nomes interessantes para se dar aos "demónios". Dentre eles estão a famosa pomba-gira, exus de todo o tipo, inclusive o mais recente e barretense Boiadero.
Será que é possível misturar essas coisas tão diferentes?
É aceitável se misturar igreja com terreiro, interpretar a Bíblia segundo orixás?
Ou ainda dar um pitada de Kardec no nosso culto?
Sal grosso, água para benzer, limpar, curar, descarregar, feitiços para quebrar outros feitiços, "boa cumba" para quebrar a "má cumba". Desculpe eu me estender, mas eu ouvi um bispo (ou coisa que o valha) em uma destas rádios loteadas para todo o tipo de bichos, pedindo para uma mulher largada pelo marido, trazer uma cueca para ele desfazer a macumba, ou seja, fazer uma "boacumba". Para com isso!!!!
O poder que a Bíblia confere a Cristo, e que eu creio, está em crise, seu nome já não é suficiente, precisamos de algo mais, um tempero diferente, um ebó, um presente para mover o divino, "que afinal está de má vontade conosco".
Interessante é que as igrejas que mais "atacam" os candomblecistas e todos os seus sincretismos são os que mais se apropriam de seus rituais.
Enfim, estas doutrinas não se misturam, não dá para ficar com um pé em cada, são de naturezas diferentes, são como óleo e água, ................................................são como Céu e Inferno.
Gosto de ser brasileiro, porque é um povo único na terra, em muitos aspectos, principalmente no que diz sobre a miscigenação, a mistura das raças. Pode existir, e há, muita discriminação no Brasil. Mas talvez em nenhum país do mundo as raças se misturaram tanto como aqui. Isso é bom, como eu já escrevi, somos a mesma família.
Não estou fugindo do tema. É que muitas vezes queremos, nós brasileiros, misturar aquilo que não se mistura. Como óleo e água.
Muita gente tem misturado as Doutrinas Bíblicas com outras. É verdade, eu sei, nenhuma religião é pura, tudo bem... sempre tem um pouco de outras, eu concordo... inclusive o cristianismo tem a sua dose de sincretismo... não vamos discutir por isso...
Mas há coisas que não se fundem, não convivem, não se misturam nem se bater no liquidificador.
Dentre elas, por exemplo a questão entre os anjos e demónios. Esta batalha mística desperta no homem a necessidade de ter certas respostas para que se aquietem seu coração e sua mente.
Mas nem sempre estas respostas estão na Bíblia. Nesse terreno obscuro onde não a certeza bíblica não é plena, no meio chamado evangélico ou gospel aparece de tudo ... a imaginação vai longe, vai até terreiros de candomblé, a centros espíritas, por exemplo, buscar respostas nos orixás. Como por exemplo para achar nomes interessantes para se dar aos "demónios". Dentre eles estão a famosa pomba-gira, exus de todo o tipo, inclusive o mais recente e barretense Boiadero.
Será que é possível misturar essas coisas tão diferentes?
É aceitável se misturar igreja com terreiro, interpretar a Bíblia segundo orixás?
Ou ainda dar um pitada de Kardec no nosso culto?
Sal grosso, água para benzer, limpar, curar, descarregar, feitiços para quebrar outros feitiços, "boa cumba" para quebrar a "má cumba". Desculpe eu me estender, mas eu ouvi um bispo (ou coisa que o valha) em uma destas rádios loteadas para todo o tipo de bichos, pedindo para uma mulher largada pelo marido, trazer uma cueca para ele desfazer a macumba, ou seja, fazer uma "boacumba". Para com isso!!!!
O poder que a Bíblia confere a Cristo, e que eu creio, está em crise, seu nome já não é suficiente, precisamos de algo mais, um tempero diferente, um ebó, um presente para mover o divino, "que afinal está de má vontade conosco".
Interessante é que as igrejas que mais "atacam" os candomblecistas e todos os seus sincretismos são os que mais se apropriam de seus rituais.
Enfim, estas doutrinas não se misturam, não dá para ficar com um pé em cada, são de naturezas diferentes, são como óleo e água, ................................................são como Céu e Inferno.
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