| MISSÕES O pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode estar morto. A suspeita é do American Center for Law Justica. O líder foi sentenciado de morte por não renegar a Jesus e preso desde 2009 é acusado de apostasia. Líderes e entidades missionárias, inclusive no Brasil, cobram informações do pastor. "O mundo precisa se levantar e dizer que um homem não pode ser condenado à morte por causa de sua fé", a ACLJ disse ao executivo chefe da ACLJ Jordan Sekulow. "Este caso não se trata apenas de uma execução. Fomos capazes de expor o sistema em vez de apenas deixar um homem desaparecer." No Brasil uma delegação de parlamentares foi recebida pela Embaixada do Irã para discutir o caso do pastor Yousef Nadarkahni e buscar clemência a ele. Estiveram nesta comitiva os deputados Marcelo Aguiar, Marco Feliciano e Roberto de Lucena. RELEMBRE O CASO: O caso do pastor Yousef Nadarkhani, 34 anos, foi levado à Assembleia Geral de Assuntos Sociais da ONU. Ele foi condenado a pena de morte pelo governo do Irã, em setembro deste ano, com a acusação de ter abandonado a religião islâmica. A acusação é devido a conversão de Yousef ao Cristianismo, quando ele tinha 19 anos de idade. O representante do “Comitê de Assuntos Humanitários”, Ahmed Shaheed, pediu ao Governo do Irã que libertasse o pastor: “Estamos particularmente perturbados por uma recente decisão do Supremo Tribunal (do Irã) de ter sustentado uma sentença de morte para Yousef Nadarkhani, um pastor protestante que supostamente nasceu de pais muçulmanos, mas se converteu”. O pastor foi detido em 2009, quando tentava registrar a sua igreja na cidade. A Embaixada do Irã no Brasil informou que o pastor Yousef Nadarkhani está livre da sentença de morte, mas continua preso. Sua primeira condenação à morte aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência. O pastor pode ser solto caso se converta, mas ele se recusa a negar a sua fé.O informativo de 2010 de Liberdade Religiosa no Mundo afirma que cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação, e 200 milhões destes correm risco de morte. Por: Redação Creio |
quinta-feira, 8 de março de 2012
PASTOR PODE ESTAR MORTO Iraniano foi sentenciado de morte por não renegar Jesus
segunda-feira, 5 de março de 2012
METODOLOGIA
Assuntos para TCC
- Teologia do cotidiano
- Vida e obra de Jesus Cristo
- Das Origens do Evangelho à Formação da Teologia Cristã
- Santíssima Trindade
- Teologia cristã e pluralismo religioso
- Teologia bíblica do Antigo Testamento
- Espiritualidade: uma abordagem pormenorizada
- Escatologia da Pessoa: Vida, Morte e Ressurreição
- Teologia sistemática
- Teologia do Novo Testamento
- Pastoral da Comunicação
- Teologia moral na América Latina
- Escola teológica de Santo Amaro
- A Teologia e a Palavra de Deus celebrada
- Teologia feminista
- Teologia moral
- Religião: peso ou libertação
- Ação litúrgica, sacramento e celebração
- Teologia dos sacramentos
- Teologia espiritual
- Kairos: Iniciação a Teologia Dogmático-Pastoral
- Teologia fundamental
- Teologia dogmática
- Sacramento da Penitência: o Perdão de Deus na Comunidade Eclesial
- O cristão na América Latina
- Teologia dos Ministérios Não-Ordenados na América Latina
- Teologia moral por intermédio dos pobres
- O cristão na sociedade brasileira contemporânea
- Teologia da Revelação a Partir da Modernidade
- A Teologia como ciência e profissão
- Cristo na Teologia de Paulo
- História da Teologia cristã
- Teologia Pentecostal
- Teologia mística
- A concepção do pecado na Teologia da libertação
- A Teologia Católica na Formação da Sociedade Colonial Brasileira
- Antropologia teológica
- Controvérsias na Teologia cristã
- Teologia de Maria na Comunhão dos Santos
- Jesus, o maior líder que já existiu
- A força da oração
- Vida e obra de Jesus Cristo
- Das Origens do Evangelho à Formação da Teologia Cristã
- Santíssima Trindade
- Teologia cristã e pluralismo religioso
- Teologia bíblica do Antigo Testamento
- Espiritualidade: uma abordagem pormenorizada
- Escatologia da Pessoa: Vida, Morte e Ressurreição
- Teologia sistemática
- Teologia do Novo Testamento
- Pastoral da Comunicação
- Teologia moral na América Latina
- Escola teológica de Santo Amaro
- A Teologia e a Palavra de Deus celebrada
- Teologia feminista
- Teologia moral
- Religião: peso ou libertação
- Ação litúrgica, sacramento e celebração
- Teologia dos sacramentos
- Teologia espiritual
- Kairos: Iniciação a Teologia Dogmático-Pastoral
- Teologia fundamental
- Teologia dogmática
- Sacramento da Penitência: o Perdão de Deus na Comunidade Eclesial
- O cristão na América Latina
- Teologia dos Ministérios Não-Ordenados na América Latina
- Teologia moral por intermédio dos pobres
- O cristão na sociedade brasileira contemporânea
- Teologia da Revelação a Partir da Modernidade
- A Teologia como ciência e profissão
- Cristo na Teologia de Paulo
- História da Teologia cristã
- Teologia Pentecostal
- Teologia mística
- A concepção do pecado na Teologia da libertação
- A Teologia Católica na Formação da Sociedade Colonial Brasileira
- Antropologia teológica
- Controvérsias na Teologia cristã
- Teologia de Maria na Comunhão dos Santos
- Jesus, o maior líder que já existiu
- A força da oração
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Eita Gideão...
Preguei ontem em nossa congregação do Jd City sobre Gideão. Um homem trabalhador, persistente, como o anjo disse, um homem de valor. Porque será que Deus procura pessoas ocupadas, cheia de compromissos, de trabalho para sua obra? Porque será que não pega aqueles que tem mais tempo. A razão é simples, porque Ele gosta de pessoas compromissadas, e detesta o preguiçoso.
Mas há outra razão também. A Obra de Deus, como o próprio nome diz, é trabalhosa. Não é qualquer um que aguenta, tem que ser trabalhador, tem que ter compromisso, quem que ter coragem. Não é só contemplativa como alguns erroneamente interpretam na passagem de Marta e Maria. Há o tempo de contemplar de ouvir. Mas há que se trabalhar muito para que a obra não pare.
Jesus mesmo disse quando olhava a multidão que o seguia, "São como ovelhas sem pastor..." depois concluiu -- A ceara é muito grande e poucos os ceifeiros. Rogai ao Senhor da Ceara que mande trabalhadores.
A igreja precisa de trabalhadores. É claro que não podemos cair na tentação do puro ativismo. Devemos estar atentos para não deixar de nos alimentar quando se deve, descansar para nos recuperar, quando necessário, assim como um atleta, porque para um competidor tão importante quanto o treinamento em si, é o período de recuperação. Afinal, somos atletas de Cristo. Não podemos comer coisas erradas, ou ficar sem comer, não podemos deixar os treinamentos, porque as competições sempre aparecem.
Paulo bem comparou:
Mas há outra razão também. A Obra de Deus, como o próprio nome diz, é trabalhosa. Não é qualquer um que aguenta, tem que ser trabalhador, tem que ter compromisso, quem que ter coragem. Não é só contemplativa como alguns erroneamente interpretam na passagem de Marta e Maria. Há o tempo de contemplar de ouvir. Mas há que se trabalhar muito para que a obra não pare.
Jesus mesmo disse quando olhava a multidão que o seguia, "São como ovelhas sem pastor..." depois concluiu -- A ceara é muito grande e poucos os ceifeiros. Rogai ao Senhor da Ceara que mande trabalhadores.
A igreja precisa de trabalhadores. É claro que não podemos cair na tentação do puro ativismo. Devemos estar atentos para não deixar de nos alimentar quando se deve, descansar para nos recuperar, quando necessário, assim como um atleta, porque para um competidor tão importante quanto o treinamento em si, é o período de recuperação. Afinal, somos atletas de Cristo. Não podemos comer coisas erradas, ou ficar sem comer, não podemos deixar os treinamentos, porque as competições sempre aparecem.
Paulo bem comparou:
Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar. Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado. (I Co.9 24 -27)
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